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Lisboa, 1921 - Lisboa, 2010
A escritora que dedicou a sua vida à literatura para crianças, com mais de duas dezenas de livros editados, morreu, aos 89 anos, na sua casa em Lisboa.
O Grande Prémio de
Literatura para Criança da Fundação Calouste Gulbenkian (1980), que lhe
foi atribuído ex-aequo com Ricardo Alberty, foi um dos primeiros entre
os muitos que a sua obra literária viria a conquistar.
Em 1991, recebeu o Prémio para o
Melhor Livro Estrangeiro da Associação Paulista de Críticos de Arte de
São Paulo, Brasil, por «O Palhaço Verde», e cinco anos depois viu a obra
de poesia «Fadas Verdes» ser distinguida com o prémio Gulbenkian para o
melhor livro para a infância publicado no biénio 1994-1995.
Em 2003, a
escritora
foi ainda condecorada, a 8 de Março, Dia da Mulher, pelo Presidente
Jorge Sampaio, e em Novembro a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)
decidiu agraciá-la com o Prémio Carreira.
Em 2006, voltou a ser
nomeada para o Prémio Andersen*,
considerado o Nobel da Literatura para a Infância pela secção portuguesa
do Internacional Board on Books for Young People (IBBY). Já em 1994,
Matilde Rosa Araújo recebera a primeira nomeação para este prémio.
Em Outubro, será
editado um texto inédito, intitulado Florinda e o Pai Natal, com
ilustrações de Maria Keil.
Fonte: DGLB
Fotos: DGLB
*Para assinalar esta nomeação, o
Instituto
Português do Livro e das Bibliotecas, actual DGLB, preparou em 2006 uma
pequena brochura
sobre a escritora, destinada às crianças.
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