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Mazgani Deluxe

Lux Frágil

Entre os focos industriais que iluminavam a sala do Lux Frágil, Mazgani apresentou o seu novo disco “Lifeboat”.
O seu álbum inclui temas originais e versões de artistas com os quais se identifica e que o acompanham desde o início da sua carreira, entre os quais PJ Harvey, Cole Porter, Bee Gees e Lee Hazelwood, artistas estes que falam de histórias de amor, de tristeza e de esperança… e foi exactamente isso que Mazgani quis contar…
O disco é um retrato pessoal, daí fazer sentido chamar-lhe “Lifeboat”.

Mazgani - LifeboatO seu percurso ficou registado neste álbum gravado em estúdio live on tape co-produzido por Mazgani e Hélder Nelson, com a finalidade de captar as emoções em todo o seu esplendor.
“Cantar é algo muito pessoal, cantar algo feito e escrito por nós ainda é mais pessoal”, e Mazgani sabe fazê-lo melhor do que ninguém.

O concerto teve início às 23 h. em ponto.
O iraniano que se viu tornar português, caminhou a solo até ao palco, abrindo as hostilidades com “The Desperate Kingdom of Love” um belíssimo tema de PJ Harvey.
O silêncio, os olhares atentos e um estranho peso no ar fez-se sentir na sala, um local em que o próprio diz sentir-se em casa, acompanhado pela “família”.

Seguiram-se composições como “I´m On My Way”, “These Arms of Mine”, “Friday´s Child” de Lee Hazelwood e “To Love Somebody” dos Bee Gees (este certamente o tema da noite) e que fez questão de repetir, dedicando-a a Paulo Junqueiro, amigo e conhecido nome da indústria musical.
Mazgani, tocou ainda temas como “Blow Wind”, “Dog At Your Door” e “Common Ground” que dá nome ao álbum editado em 2013, “Mercy”, “Dust in the Sun”, “Loving Guide” e “Rebel Sword” do segundo álbum de originais lançado em 2010 “Song of Distance”.

Mazgani é sem dúvida um cantor de humor refinado… e foi precisamente esse humor que teve presença obrigatória durante o espectáculo.
Este “gajo humilde”, um gajo que se acha “muita bom” (como ele próprio disse), fez jus ao seu comentário quando mostrou os seus moves à Elvis, provando ser um “great natural dancer”.

Por fim, mas não menos importante, ficaram os agradecimentos à sua banda com Sérgio Mendes na guitarra, Isaac Achega na bateria, João Gomes nas teclas e Victor Coimbra no baixo, à editora, ao Lux Frágil, que o acolheu e claro, ao público… que sejamos realistas, sem público não seria a mesma coisa.

[button-white url=”https://www.jornaldinamo.com/galeria-2015/mazgani-lux-fragil/” target=”” position=”center”]Fotorreportagem[/button-white]

Fonte: Francesca Valle
Fotos: Jorge Buco ©

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