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À Conversa com DJ Pedro Cazanova

Rock in Rio Lisboa 2016

Pedro Cazanova, é um nome conhecido da praça, quando falamos de Djing e música House. Estreia-se, este ano, no Palco Electrónica do Rock in Rio Lisboa.
Natural de Lisboa, Cazanova desde cedo despertou para as sonoridades da EDM, mas é em 1997 que a música se torna uma profissão e que até hoje a carrega no coração, a par da actividade de produtor.

Pedro Cazanova não se limita somente ao solo nacional, sendo presença assídua em clubes nocturnos um pouco por todo o Mundo, sendo que o reconhecimento internacional o gracejou em 2009 com o tema “Selfish Love”.

O Dínamo esteve à conversa com o DJ antes da sua actuação pelas 23H00 na tenda electrónica do Rock In Rio, onde as expectativas eram elevadas.

Pedro CazanovaJornal Dínamo: Pedro, deste os teus primeiros passos no bar da tua mãe. Em 1997, arrancaste para uma carreira meteórica e hoje és um dos DJ mais reconhecidos em solo nacional dando cartas lá fora. O que mudou deste o início da tua carreira?

Pedro Cazanova: Mudou tudo… mudou porque eu quando comecei em 1997, já tinha passado essa fase de pôr música no bar da minha mãe. Mas antes já punha música. Comecei com treze anos e não era a brincadeira, era um sonho que eu tinha e não fazes a mínima ideia do que vem para a frente. Depois comecei a parte profissional e dei o tal salto meteórico em que tudo muda não é? As pessoas pensam, “eles têm boa vida”… mas não temos! Eu não me posso queixar da vida que tenho mas cada vez tenho que trabalhar mais para manter e fazer mais e melhor. As pessoas são cada vez mais exigentes contigo, tu és mais exigente contigo também e claro tudo mudou e mudou para bom.

JD: Recentemente afirmaste numa entrevista, que te dá um enorme prazer pôr música tanto em Lisboa, como em Luanda ou Hong Kong. Como é enfrentar públicos culturalmente tão distintos?

PC: Olha, eu acho que há uma linguagem universal que é a música… percebes? … e é por isso que somos contratados. Para ouvir o nosso set, estão à espera do que nós temos para lhes dar e não é difícil tocar em países diferentes. Acho até fantástico porque estamos a dar a conhecer o nosso trabalho a outras pessoas e a outras culturas. Portanto, sinto-me completamente tranquilo.

JD: O tema “Selfish Love” alcançou um sucesso internacional e foi patenteado em 22 países. Como é que lidas com o reconhecimento internacional do teu trabalho?

PC: Normalmente, não entro em histerismos… lido com isso de uma forma pacífica. Admito que é mais difícil fazer outra igual. Não há duas músicas iguais nem dois sucessos iguais. Há umas que têm mais sucesso outras que nem tanto, só que habituamo-nos. No caso do “Selfish Love”, não vou dizer que me habituei, mas atingimos um patamar em que é difícil atingir novamente esse plano. Eu penso todos os dias como vou fazer isto de novo. Requer trabalho e não é fácil.

JD: Expectativas para a tua apresentação desta noite no RiR?

PC: Opa, são altas. Eu espero pôr aqui o povo todo a dançar. Portanto, os ingredientes são a música e conseguir pôr as pessoas a sorrir e com os braços no ar… Vamos ver!

JD: Que surpresas podem esperar os teus seguidores num futuro próximo?

PC: Temas novos com fartura, porque lancei agora há pouco o “Jack” mas é óbvio que já tenho outros em carteira para sair, agora quando quando… vamos ver (…)

 

Foto: Liliana Moreira

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