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MOTELX 20 Anos

20.ª Edição

3 a 13 de Setembro | Cinema São Jorge e Cinemateca Portuguesa

O terror volta a bater à porta. E desta vez enverga o seu mais assustador fato. A muito especial 20.ª edição do MOTELX – Festival Internacional de Terror de Lisboa, que foi apresentada em Julho, decorre de 3 a 13 de Setembro — pela primeira vez durante 11 dias — no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa. Os 20 anos de MOTELX encontram-se já a ser celebrados, com várias datas de Warm-Up que até às vésperas do Festival preenchem a cidade. Aqui revelamos agora a programação completa desta muito especial edição do MOTELX, onde se contam mais de 170 filmes — oriundos de mais de 40 países —, mais de 145 sessões e muita vida fora das salas de cinema.

Warm-Up estende-se este ano pelos meses de Julho e Agosto e abre o apetite para a celebração destes 20 anos de terror. No dia 31 de Julho, à meia-noite no Cinema Nimas, “Saccharine” (Austrália; Natalie Erika James) aterra em mais uma sessão do Nimas Fora de Horas. No dia 1 de Agosto temos Sessão de Curtas + DJ Set na Casa do Comum, às 21h. No dia 14 de Agosto, é dia de Cinema ao Ar Livre, uma parceria entre o MOTELX e a Junta de Freguesia de Santo António: às 18h Sessão Lobo Mau e às 21h “The Guest” (EUA, 2014; Adam Wingard), tudo no Jardim das Amoreiras. No dia 27 de Agosto, já colado ao arranque do Festival, o MOTELX une forças com o Black Cat Cinema — um projecto de cinema ao ar livre que instala telas em lugares inusitados de Lisboa — e exibe o clássico “The Others” (Espanha/Estados Unidos/França, 2001; Alejandro Amenábar) no Palácio do Grilo, às 21h.

 

Sessão de Abertura e Encerramento

A Sessão de Abertura da 20.ª edição do MOTELX traz ao Cinema São Jorge “Drag” (EUA), de Raviv Ullman e Greg Yagolnitzer, uma comédia mórbida com doses significativas de sangue quando uma de duas assaltantes amadoras (Lizzy Caplan e Lucy DeVito) se magoa nas costas — ficando imobilizada — durante uma invasão a uma casa; o regresso do proprietário adensa o caos — a produção é de Danny DeVito. Já para a Sessão de Encerramento, no dia 12 de Setembro, o filme escolhido é “Fall 2: Deadpoint” (EUA/Reino Unido/Tailândia), dos irmãos Michael e Peter Spierig, um survival thriller onde duas amigas ficam presas numa perigosa travessia suspensa após um deslizamento de pedras. Uma sequela do enorme sucesso comercial de 2022, “Fall”, de Scott Mann.

 

Serviço de Quarto

Knock, knock. Chegam agora ao Serviço de Quarto inúmeros novos títulos que vêm agigantar esta 20.ª edição do MOTELX. De entre as novidades destaque para: “Colony” (Coreia do Sul), de Yeon Sang-ho (“Train to Busan”), zombies com consciência colectiva dominam um arranha-céus no centro de Seul; “DreamQuil” (EUA/Reino Unido) de Alex Prager, protagonizado por Elizabeth Banks (com John C. Reilly e Juliette Lewis também no elenco), um thriller psicológico de ficção-científica num futuro próximo dominado pela inteligência artificial; “Ghost in the Cell” (Indonésia), de Joko Anwar, uma sátira gore onde uma força sobrenatural dizima a população de uma prisão; “Nightborn” (Finlândia/Lituânia/França/Reino Unido), de Hanna Bergholm, onde um recém-nascido de aparência e comportamento suspeitos levam um casal ao desespero — com Rupert Grint (da saga “Harry Potter”) no elenco; “Pinocchio: Unstrung” (EUA), de Rhys Frake-Waterfield, uma versão perturbadora do conto clássico de Carlo Collodi, aqui a madeira transforma-se em susto; “The Plague” (EUA/Roménia/Austrália/Emirados Árabes Unidos), de Charlie Polinger, um coming-of-age psicológico onde Joel Edgerton faz de treinador de uma equipa de pólo aquático que é afinal um laboratório de violência e masculinidade tóxica; “Roma Elastica” (Itália/França), de Bertrand Mandico, uma comédia dramática sci-fi salpicada com horror que através do filme dentro do filme presta homenagem aos grandes mestres do cinema italiano — com Marion Cotillard na interpretação; “Hope” (Coreia do Sul), de Na Hong-jin cineasta que regressa 10 anos depois do relevante “The Wailing”, é uma bomba de adrenalina híbrida entre tiros, monstros e alta-cilindrada — com a presença no elenco de Alicia Vikander e Michael Fassbender.

Anunciam-se desde já dez longas-metragens internacionais que aterram directamente no temível Serviço de Quarto, secção principal do MOTELX. “Fuck My Son!” (EUA), de Todd Rohal, uma comédia X-rated de mau gosto. “Game” (Reino Unido), de John Minton, com interpretação de Jason Williamson (Sleaford Mods) e produção e argumento de Geoff Barrow (Portishead). Com passagem pela Berlinale, “AnyMart” (Japão), de Yusuke Iwasaki, expõe o lado sombrio do mundo laboral japonês. Do Festival de Cannes chega-nos “Species” (Bélgica/França), um body horror de Marion Le Correller e “The Birthday Party” (Bélgica/França), de Léa Mysius, com Monica Bellucci na interpretação. A dupla Thunderlips (Jordan Mark Windsor e Sean Wallace) carrega no ventre “Mum, I’m Alien Pregnant” (Nova Zelândia), uma comédia sci-fi. “The Furious” (Hong Kong), de Kenji Tanigaki, é uma imparável e sangrenta locomotiva de acção. Em “Our Effed Up World” (Austrália/Canadá), de Alice Maio Mackay, um grupo de amigos lida com uma invasão alienígena. “One Spoon of Chocolate” (EUA) é o quarto filme de RZA (Wu-Tang Clan), um revenge thriller com produção executiva de Quentin Tarantino. “Poultry Farm” (Irão), de Mohammadreza Ardalan, um órfão é apanhado numa rixa macabra entre dois proprietários rurais duvidosos.

Uma das grandes novidades desta edição é a secção Lost in Europe: O Terror por Detrás da Cortina de Ferro, um ciclo em parceria com a Cinemateca Portuguesa que, à imagem do que propõe o Quarto Perdido em relação ao cinema português, pretende resgatar e redescobrir cinematografias europeias esquecidas. Neste caso, o foco incide sobre os países da chamada Cortina de Ferro. Os seis filmes seleccionados para exibição são: “The Singing, Ringing Tree” (“Das Singende, Klingende Bäumchen”; República Democrática Alemã; 1957), de Francesco Stefani; “Werewolf” (“Libahunt”; URSS; 1968) de Leida Laius; “The Rat Saviour” (“Izbavitelj”; Jugoslávia; 1976), de Krsto Papic; “Ferat Vampir” (Checoslováquia; 1981) de Juraj Herz; “Possession” (França/República Federal da Alemanha; 1981), de Andrzej Żuławski; e “Strangler vs Strangler” (Jugoslávia; 1985) de Slobodan Šijan.

MOTELX 20 ANOS

Passa a vida a ser atirada para debaixo do tapete, mas no cinema de terror a morte encontra alguém com quem conversar. É precisamente isso que propõe a secção especial Falar sobre a Morte (Nunca Matou Ninguém), criada em parceria com o Goethe-Institut Portugal, uma reflexão sobre a única certeza da vida através de vários painéis e de três obras centrais do cinema de género germânico. “Nosferatu: O Vampiro da Noite” (1979), Werner Herzog, uma revisita ao clássico de Murnau. E ainda “Nekromantik” (1988) e “The Death King” (“Der Todesking”), de Jörg Buttgereit.

Em 2026, o Quarto Perdido debruça-se sobre José de Sá Caetano, realizador português nascido em Leiria em 1933 e que ao lado de cineastas como José Fonseca e Costa, Luís Galvão Teles e António de Macedo fez parte do grupo fundador da cooperativa Cinequanon. “As Ruínas no Interior” (1976) é a obra primordial de uma trilogia que viria a concluir com “Azul Azul” (1984) — pelo caminho, “Um S Marginal” (1983), numa tríade de filmes comunicantes, onde personagens, situações e ecos narrativos estabelecem relações ténues — e que representa o grosso da sua filmografia. José de Sá Caetano permanece, ainda hoje, como uma das figuras mais esquecidas do cinema português e cujo universo surrealista merece uma severa redescoberta.

 

Méliès d’argent – Melhor Longa Europeia

O cinema de terror europeu está bem e recomenda-se. A diversidade estética dos sete filmes presentes nesta competição assim o reafirmam. “BodyHackers” (Portugal/Itália), de Carlos Conceição, é um body horror no submundo clandestino da cirurgia estética com Joana Ribeiro, Alba Baptista e Elina Löwensohn na interpretação. A última, actriz romena-americana e musa de Hal Hartley, também pertence ao elenco de “Bloody Tennis” (Alemanha), de Nikias Chryssos, onde o sobrenatural vai a jogo numa academia de ténis com rivalidades sinistras. Em “Ferine” (Itália), de Andrea Corsini, o giallo mórbido promove o encontro entre uma traficante de animais exóticos (Caroline Goodall) e uma coleccionadora de arte (Carolyn Bracken). “The End of It” (Reino Unido/Espanha/Noruega), de Maria Martínez Bayona, decorre num futuro pós-humano onde a morte é uma mera opção — com Gael García Bernal e Noomi Rapace. Também presentes na competição estão: “No Rest for the Wicked” (Dinamarca/Ilhas Faroé/Islândia), de Kasper Kalle; “Species” (Bélgica/França), de Marion Le Correller e “The Birthday Party” (Bélgica/França), de Léa Mysius, com Monica Bellucci na interpretação.

 

Sessões Especiais

Nas Sessões Especiais de 2026 aterram objectos que alternam entre tempos e cinematografias. “The Hunger” (1983), de Tony Scott, é uma Sessão Especial RTP Antena 3 deste filme de culto da década de 80, um thriller erótico onde David Bowie, Catherine Deneuve e Susan Sarandon formam um sombrio triângulo entre vampiros e humanos. “Silence” (2025), do espanhol Eduardo Casanova, é uma tragicomédia (durante a crise da SIDA em Espanha) que reinventa o subgénero dos vampiros para explorar a escuridão e a paixão num mundo que julga e condena sem misericórdia. Destaque ainda para “Polyester” (1981; EUA), de John Waters e “Wicked, Wicked” (1973; EUA), de Richard L. Bare, dois filmes que exploraram a utilização de gimmicks na sua concepção — o primeiro através de uma relação entre olfacto e ecrã chamada Odorama, vários cartões que os espectadores raspavam durante a exibição do filme para encontrar aromas que observavam no ecrã; o segundo apresentava-se integralmente em split-screen, num conceito chamado “anamorphic Duo-Vision” e que permitia acompanhar duas perspectivas da história em cada lado. E, claro, a já tradicional Sessão Surpresa com a FilmTwist, marcada para o último dia de Festival, 13 de Setembro, que também não podia faltar.

 

Centenário de Roger Corman

O MOTELX junta-se à homenagem a Roger Corman, em curso em vários festivais internacionais. Em 2026, o determinante cineasta norte-americano celebraria o seu centenário, um homem (que passou por Lisboa em 2017, a convite do Festival) que não foi só o “Rei da Série B”, foi um dos inventores do cinema independente moderno. Além de exibir “A Bucket of Blood” (1959) e “The Fall of the House of Usher” (1960), o MOTELX tem a honra de receber Julie Corman, produtora e companheira do realizador, que dará uma masterclass a propósito da efeméride.

 

Prémio Noémia Delgado

O anúncio foi feito em Julho: a realizadora luso-sueca Solveig Nordlund é a personalidade distinguida pelo Prémio Noémia Delgado para Mulheres Notáveis no Terror. Da pioneira voz do cinema fantástico e de terror (cujo universo autoral é profundamente contaminado por H. P. Lovecraft e J. G. Ballard), o MOTELX vai exibir “Aparelho Voador a Baixa Altitude” (2002), “Nem Pássaro Nem Peixe” (1977), “Uma Voz na Noite” (1988), “Viagem a Orion” (1986) e “Espelho Lento” (2010).

 

Suite 13

Mais uma secção já apresentada, que agora confirma os títulos que na mesma vão ser exibidos. Centrada no realizador italiano Sergio Martino — que vai marcar presença no Festival — e pensada pelo programador convidado Carlos Alberto Carrilho, a Suite 13, este ano com o subtítulo “Sergio Martino e Acid Giallo”, vai mostrar “The Strange Vice of Mrs. Wardh” (1971), “The Case of Scorpion’s Tail” (1971) e “All the Colors of the Dark” (1972), de Sergio Martino,  “Invocation of My Demon Brother” (1969), de Kenneth Anger e “Acid Giallo: Atmosferas que Turvam os Sentidos” (2026), de Carlos Alberto Carrilho. Martino tem sido redescoberto recentemente através de vários restauros dos seus filmes em 4K e menções de Quentin Tarantino e Guillermo del Toro pela decisiva influência que teve nas suas carreiras. A programação desta secção será anunciada brevemente.

O Prémio MOTELX – Melhor Curta de Terror Portuguesa, galardão de maior relevo do Festival, que atribui um prémio de 5.000€, terá dez títulos em competição: “amordemoura”, de Tiago “Ramon” Santos; “A Hora do Chico”, de João Severo e Rafael Sá Carneiro; “Final da Noite”, de Duarte Gandum e Henrique Gandum; “Tardo”, de Carlos Calika; “Consolatio”, de Pedro M. Afonso; “Estou Aqui”, de Ana Rita Martins; “Spirit Caller”, de Vítor Dutta; “Bruno, o Boneco”, de Diogo dos Santos Oliveira; “consumido”, de [carrozo]; “Royal”, de Hinata Almeida e Tomás Pascoal.

Quanto ao Prémio Méliès d’argent – Melhor Curta Europeia o destaque vai para, neste primeiro momento, as curtas portuguesas presentes na competição: “Sweet Hearts”, de Diogo Coutinho e Gonçalo Claro da Fonseca; “Codec: Amanda”, de Rafaela Cardoso; “Calhau”, de Paulo Abreu; “A Onda”, de Ramón de los Santos; “Olhos, Olhos, Nariz, Boca”, de Sofia Santa-Rita; “Quietud”, de Gonçalo Almeida; “Cure My Misery”, de Kiril Savateev e “Katabasis”, de João Silva.

Em 2026, a Sala de Culto apresenta dois filmes que se interligam pela dimensão insólita com que se relacionam com a tradução audiovisual e que justificam o subtítulo: Lost in Translation. “Hen Dui Hen”, título original de um filme taiwanês de artes marciais de 1974, estreou em Portugal como “Kung Fu à Portuguesa” onde, ao contrário do que aconteceu noutras nações, foi exibido com o áudio original em mandarim mas com legendas escritas para o efeito por autores — Raúl Solnado e Pedro Bandeira-Freire — que desconheciam a língua e que, por isso mesmo, foram particularmente criativos. Já “A Teia de Gelo” é um título de 2012 realizado por Nicolau Breyner, a meio caminho entre o thriller de acção e o terror gótico. Numa clara intenção de internacionalizar o seu trabalho, o cineasta decidiu filmar duas versões integrais: em português e em inglês. O MOTELX apresenta então a raríssima versão inglesa de uma obra que conta com Diogo Morgado, Margarida Marinho e Paula Lobo Antunes no elenco.

 

SectionX

A secção mais experimental e underground do MOTELX — traz para 2026 três realizadores cujos filmes dialogam através das dinâmicas do actual e subversivo poder institucional. “Chronovisor” (EUA), de Jack Auen e Kevin Walker, um academic noir que se centra numa máquina inventada pelo monge beneditino Pellegrino Ernetti para filmar o passado. Do antigo colaborador de David Lynch: “Variations on Violence” (EUA), de Zachary Aaron Nichols. E “Sunshine Express” (Irão), uma alegoria kafkiana em formato reality show.

 

Lobo Mau

O Lobo Mau não podia faltar à festa dos 20 anos do MOTELX. Ainda antes do Festival, vai estar no Cinema ao Ar Livre integrado no Warm-Up de 2026, que no dia 14 de Agosto invade o Jardim das Amoreiras. Este ano regressa o já tradicional Peddy Paper no Cinema São Jorge, o Atelier Sensorial ALMA, as sessões de Sustos Curtos para várias faixas etárias e há ainda uma longa-metragem em estreia nacional. Outra das grandes novidades deste ano é o workshop de fotografia promovido por Bernardo Gramaxo em conjunto com a Associação Passa Sabi onde 8 jovens exploraram o Bairro do Rego com uma Instax na mão.

Também de regresso está o Prémio MOTELX – Melhor Guião de Terror Português que em 2025 premiou “Quem Mata no Camarido? (Seis Betos e Meia)”, de António Xavier Rodrigues. A quarta edição da distinção volta a atribuir um prémio monetário de 2.000€ e conta com 7 argumentos de longas-metragens ainda não produzidas: “A Ostra”, de Pedro Garrido; “Hóspede”, de Miguel Monteiro Rico; “O Silêncio que Fica”, de Ana Lamas; “Privação (Ou Coisas Ditas de Joelhos)”, de António Xavier Rodrigues; “Púcaro Negro”, Maria Leonor Toscano e Raquel Cabaço Pereira; “Rosa dos Ventos”, de Alexandre Guedes de Sousa; “Todas as Respostas”, de Stephane F. Oliveira.

 

Convidados

Nestes 20 anos, o MOTELX volta a abrir as suas portas para um número significativo de ilustres convidados. Desde logo, Julie Corman, produtora e companheira de Roger Corman, que a propósito do centenário do cineasta dará uma masterclass durante o Festival. O realizador italiano Sergio Martino, que vê o seu giallo ser o foco da Suite 13 — e que será homenageado com a estatueta Mestre do Terror que no passado foi entregue a nomes como Jodorowsky ou Corman —, vai proporcionar uma masterclass em torno da sua cinematografia. Jörg Buttgereit, cineasta alemão que traz ao ciclo Falar sobre a Morte (Nunca Matou Ninguém) — em parceria com o Goethe-Institut Portugal — os seus “Nekromantik” (1988) e “The Death King” (1990), é outro dos convidados que vai conduzir uma masterclass que revisita a sua obra. Geoff Barrow, fundador da banda inglesa Portishead e produtor e argumentista de “Game” — realizado por John Minton — e Jason Williamson, vocalista dos Sleaford Mods e intérprete no filme britânico, passarão igualmente por Lisboa. Tal como Rodrigo Teixeira, produtor brasileiro que regressa ao Festival a propósito de “Bowels of Hell”, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner, que lhe farão companhia juntamente com a actriz Martha Nowill. Abner Pastoll (“Nervous”), Patrik Syversen (“Dawning”), Zachary Aaron Nichols (“Variations on Violence”), Eduardo e Ximena Lecuona (“No Me Sigas”) e Kapel Furman (“Remanence – A Voltage Cosmic Horror”) também integram esta lista.

 

Convidados MOTELX

 

Eventos

E como sempre, o MOTELX não se faz apenas de cinema. No campo dos Eventos, há novidades por revelar. “Hotel Pastiche” é uma exposição de João Telmo (Nova Companhia) que resgata o imaginário do hotel enquanto cenário de culto para o cinema e propõe a reinvenção de 10 cenas de filmes clássicos de terror (“The Shining”, “Psycho”, entre outros) decorridas num hotel — o resultado é para ver durante os 11 dias de Festival num local a anunciar em breve. O Monster Day é outra das boas-novas destes 20 anos de MOTELX, um dia (5 de Setembro) dedicado ao monstro enquanto figura representante do terror que começa com um workshop de monstros para os mais novos na secção Lobo Mau, mais tarde um Concurso de Monstros, com um prémio monetário de 500€ — onde um júri dedicado vai avaliar o monster design — e para acabar em grande uma festa/meet-up de monstros no Lounge do MOTELX.

FILMES

 

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