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Tale House vai estar presente na Book 2.0 e na Festa do Livro em Belém com iniciativa de silent listening

Tale HouseA Tale House vai marcar presença no 4º Book 2.0, nos dias 15 e 16 de Setembro no Centro Cultural de Belém (CCB), e na Festa do Livro em Belém, de 17 a 20 de Setembro nos Jardins do Palácio de Belém, dois momentos de destaque na agenda literária de Lisboa, através de uma programação que coloca a voz, a escuta e a literatura no centro da experiência.

Enquanto parceira do Book 2.0, a Tale House será responsável pela produção de todos os podcasts associados ao evento, contribuindo para dar continuidade aos conteúdos e às conversas da conferência através do formato áudio. A sua presença será ainda marcada pela iniciativa de silent listening, uma experiência que disponibilizará 15 auscultadores num espaço reservado aos participantes, permitindo-lhes, durante os intervalos, fazer uma pausa e ouvir diferentes obras de poesia portuguesa.

Entre as obras selecionadas para esta experiência estarão Clepsydra – Poemas de Camilo Pessanha, com a narração de Raquel Marinho, Florbela Espanca, com narração de Mia Tomé, e Os Simples, de Guerra Junqueiro, com narração de Bruno Sambado.

Na Festa do Livro em Belém, a experiência de silent listening também estará presente e a Tale House convida os visitantes a descobrir 12 obras distintas de autores portugueses através do áudio. A iniciativa decorrerá no espaço da BLX, Bibliotecas de Lisboa, com sessões na quinta-feira, dia 17, das 20h às 21h, na sexta-feira, dia 18, das 20h às 21h, no sábado, dia 19, das 20h às 21h, e no domingo, dia 20, das 19h às 20h.

Ao longo dos quatro dias, os visitantes poderão ouvir três obras diferentes em cada sessão.

17/09

  • Sermão de Santo António aos Peixes, de Padre António Vieira. Publicado pela Guerra e Paz e narrado por Hugo Sequeira.
  • Uma Família Surreal, de Hugo van der Ding. Publicado pela LeYa/Oficina do Livro e narrado pelo próprio autor.
  • Auto-biografia Não Autorizada 2, de Dulce Maria Cardoso. Publicado pela Tinta da China e narrado por Filipa Mota Nesbitt.

18/09

  • Estar Vivo Aleija, de Ricardo Araújo Pereira. Publicado pela Tinta da China e narrado pelo próprio autor.
  • As Pupilas do Senhor Reitor, de Júlio Dinis. Edição da Imprensa Nacional e narrado por Bernardo Mendonça.
  • A Alegria de um Sorriso, de Papa Francisco. Publicado pela Porto Editora/Albatroz e narrado por Margarida Mercês de Mello.

19/09

  • O Meu Primeiro Apocalipse, de Rodrigo Guedes de Carvalho. Publicado pela LeYa/D.Quixote e narrado pelo autor.
  • Crónica de África, de Manuel Fonseca. Publicado pela Guerra e Paz e narrado pelo próprio autor.
  • Sei o Teu Nome, de Rute Dias. Publicado pela Penguin Random House/Chá das Cinco e narrado por Eunice Ferreira.

20/09

  • O Canto da Sereia, de Júlio Dinis. Publicado pela Book Cover e narrado por Beatriz Barosa.
  • O Mosteiro, de Nuno Nepomuceno. Publicado pela Infinito Particular e narrado pelo autor.
  • O Quanto Amei Fernando Pessoa, de Sara Rodi. Publicado pela Planeta e narrado pela própria autora.

Com a presença no Book 2.0 e na Festa do Livro em Belém, a Tale House reforça a sua aposta no áudio enquanto meio privilegiado para aproximar leitores dos livros e dos seus autores. Através da silent listening, a literatura transforma-se numa experiência de escuta, permitindo que cada visitante encontre um momento de pausa, concentração e descoberta no meio da programação dos eventos.

Esta aposta reflecte também uma preocupação que a Tale House considera cada vez mais urgente: a defesa do português europeu no universo do áudio. Num mercado onde grande parte dos conteúdos narrados disponíveis chega em português do Brasil, a produção nacional de audiobooks e podcasts assume um papel decisivo na preservação da variante europeia da língua, assegurando que os ouvintes portugueses continuam a ouvir e a reconhecer-se na sua própria forma de falar.

“É muito especial poder fazer parte do Book 2.0 e da Festa do Livro em Belém, dois momentos que celebram os livros, os autores e a relação que temos com a literatura. Através do áudio e da voz, podemos criar uma outra forma de contacto com as obras, permitindo que as palavras sejam descobertas e vividas também através da escuta”, afirma Bruno Sambado, Fundador da Tale House.

Mais do que uma alternativa à leitura tradicional, a proposta da Tale House parte da ideia de que ouvir também pode ser uma forma de ler. Através da interpretação de diferentes vozes e da diversidade das obras selecionadas, a Tale House procura criar novas portas de entrada para a literatura portuguesa e mostrar como a voz pode transformar a relação entre o leitor, o livro e a palavra.

 

Sobre a Tale House

A Tale House é o maior produtor nacional de audiobooks e um dos mais completos centros de produção de áudio do país. Nos seus 400 metros quadrados em Lisboa, reúne quatro estúdios dedicados a audiobooks e podcasts e dois estúdios de videocast, assegurando todo o ciclo de produção: captação, direção, sonoplastia, pós-produção e masterização. Trabalha com editoras, instituições, media e marcas, entre as quais, a LeYa, a Porto Editora, a Penguin, a Tinta da China, a Livros Horizonte, a APEL, a Fundação Francisco Manuel dos Santos e a Impresa. Where your stories live.

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