| Inspirada no legado de Jardim Gonçalves, fundador do Banco Comercial Português (BCP), a Infinitude afirma-se como um dos projectos vínicos emergentes mais dinâmicos em Portugal, após quadruplicar as suas vendas de 4.000 garrafas em 2024 para 16.000 em 2025, sob orientação do enólogo e director-geral, João Lino. Nos últimos dois anos, o projecto reforçou significativamente a sua estrutura, com investimento em equipa, adega, desenvolvimento de gamas e enoturismo.
“A aposta em experiências na Quinta da Azenha, em Colares, tem sido central na estratégia de aproximação ao consumidor, criando uma ligação directa entre a marca, o território e o público. A Infinitude posiciona-se como uma marca premium emergente, dirigida a consumidores exigentes que valorizam autenticidade, sofisticação e origem”, explica João Lino.
Após consolidar a presença em Portugal, a Infinitude inicia agora um novo ciclo de crescimento com foco na expansão internacional, apoiada em parcerias estratégicas e presença em eventos do sector. “Este projecto nasce de uma base muito sólida — um legado familiar forte e uma visão clara. O crescimento que temos vindo a alcançar confirma que estamos preparados para dar o próximo passo e afirmar a marca além-fronteiras”, afirma João Lino. “Num sector altamente competitivo, a Infinitude distingue-se pela sua abordagem contemporânea, ancorada num terroir único e numa narrativa autêntica com um portefólio que inclui referências como Branco, Rosé, Tinto, Semillon, Pinot Noir, Merlot e Legado, bem como a gama Indie e vinhos de Colares com castas históricas como Malvasia e Ramisco”, continua o responsável.
“A produção segue princípios de intervenção mínima e viticultura de precisão, garantindo vinhos elegantes, frescos e alinhados com as tendências internacionais, sem perder identidade”, refere João Lino.
O crescimento mantém-se em 2026, com 4.500 garrafas vendidas apenas no primeiro trimestre, refletindo uma trajectória sólida que combina herança, estratégia e visão de longo prazo. Com uma facturação estimada em 150.000 euros em 2025, a marca aponta agora a uma meta ambiciosa de 40.000 garrafas anuais, sustentando a sua expansão na consistência e identidade dos seus vinhos.
Um legado empresarial que se transforma em projecto vínico
Mais do que um projecto vínico, a Infinitude é a continuidade de um legado familiar ligado à excelência e à construção de valor ao longo de gerações. Com raízes na família Jardim Gonçalves — nome incontornável da história empresarial portuguesa através de Jardim Gonçalves — e na tradição vitivinícola dos Osório de Vasconcelos, o projecto nasce da intersecção entre visão estratégica e herança agrícola. A Quinta da Azenha, em Colares, materializa este encontro entre memória e ambição. Foi aqui que um projecto inicialmente privado evoluiu para uma marca com posicionamento claro no mercado e ambição internacional.





